Sophie Scholl: O Exemplo jovem da resistência anti-nazista

11 de set de 2010 0 comentários


Sophie Magdalena Scholl (9 de Maio de 1921, Forchtenberg – 22 de Fevereiro de 1943, Munique) era membro da Rosa Branca, movimento de resistência anti-nazista. Foi condenada por traição e executada na guilhotina.
É conhecida como uma das poucas alemãs que se opuseram ativamente ao Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial e é também vista como um mártir.

A Rosa Branca

No início do Verão de 1942, Sophie Scholl participou da produção e distribuição de panfletos da Rosa Branca. Foi presa em 18 de Fevereiro de1943 enquanto distribuía o 6º panfleto na Universidade de Munique.
Os panfletos eram redigidos e depois copiados sendo, depois, entregues e
m caixas de correio nas casas de grandes cidades da Baviera (berço do movimento nazista). Esses panfletos continham trechos apocalípticos da Bíblia, para impressionar. Sophie, seu irmão, Hans Scholl, e mais um universitário, Christoph Probst, foram presos em 22 de fevereiro de 1943, depois que o reitor da universidade de Munique os surpreendeu distribuindo esses panfletos no pátio da universidade.

A Gestapo os prendeu, os julgou em menos de quatro horas e os decapitou no mesmo dia.
Desobedecendo a ordens superiores, os carcereiros deixaram os jovens reencontrarem seus pais antes de encontrarem o trágico destino dos opositores ao nacional-socialismo, a morte. Os três são hoje tidos como heróis nacionais alemães. É bom lembrar que, entre fevereiro e outubro de 1943, foram mortos ainda mais 50 integrantes do movimento Rosa Branca.

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