O Testamento político de Adolf Hilter - Parte I

22 de jun de 2012 1 comentários


Testamento Político de Adolf Hitler, de 29 de abril de 1945

Adolf Hitler

Meu testamento político.

Desde que em 1914 empreguei voluntariamente minhas modestas forças na guerra imposta ao Reich, decorreram mais de 30 anos.
Nesses três decênios moveram-me em todas as minhas ações, pensamentos e vida apenas o amor e a lealdade a meu povo. Deram-me eles a força de assumir as mais difíceis decisões, tão duras quais, até hoje, nenhum mortal as teve de enfrentar. Nessas três décadas consumi meu tempo, minha saúde.


Não é verdade que eu, ou qualquer outra pessoa, em 1939, tenha querido na Alemanha a guerra. Ela foi desejada e provocada tão-só por aqueles estadistas internacionais que ou eram de origem judia, ou trabalhavam em prol de interesses judeus. Fiz não poucas ofertas para a cessação ou limitação da produção armamentista, ofertas que o mundo futuro não poderá negar eternamente, como se a responsabilidade por esta guerra pudesse pesar sobre meus ombros. Ademais, nunca desejei que, depois da infeliz Primeira Guerra Mundial se desencadeasse uma segunda, contra a Inglaterra, ou sequer contra a América. Os séculos passarão; dos escombros das nossas cidades e monumentos artísticos, porém, renovar-se-á incessantemente o ódio ao povo que em última instância é o culpado de tudo: os judeus internacionais e seus colaboradores!

Ainda três dias antes da irrupção da guerra alemã-polonesa, propus ao embaixador inglês em Berlim uma solução dos problemas alemães-poloneses, em tudo semelhante à empregada no caso do território do Saar, sob controle internacional. Também essa minha proposta não pode ser negada. Foi recusada tão-só porque os meios liderantes na política inglesa queriam a guerra, em parte devido aos esperados lucros, em parte devido a uma propaganda efetuada pelo judaísmo internacional.


Também não deixei margem alguma a dúvidas quanto a que - se os povos europeus forem novamente encarados apenas como pastas de documentos desses traidores financeiros e econômicos internacionais - esse mesmo povo, verdadeiro culpado da atual luta sangrenta, será também responsabilizado: os judeus! Ademais, deixei claro a todo o mundo que desta vez não apenas milhões de crianças, europeus arianos, morreriam de fome, milhões de homens adultos sofreriam a morte, e centenas de milhares de mulheres e crianças seriam, nas cidades, mortas pelos incêndios ou bombardeios, sem que, ainda que só através de meios humanos, o verdadeiro culpado tivesse de pagar por sua culpa.


Depois de uma luta de seis anos, a qual, um dia, apesar de todas as derrotas, entrará para a história como a mais gloriosa e corajosa manifestação de desejo de viver de um povo, não posso separar-me da cidade que é a capital deste Reich. Como são demasiado fracas as forças necessárias para afastar por mais tempo o ataque inimigo sobre esta cidade, e como a nossa própria resistência aos poucos perca seu valor por causa de obcecados indivíduos sem qualquer caráter, desejo partilhar meu destino com milhões de outros, que assim o aceitam, permanecendo nela. Ademais, não queria cair nas mãos do inimigo, que disso faria um espetáculo concertado pelos judeus, com o único fito de divertir as massas excitadas.

Assim é que decidi permanecer em Berlim e aqui livremente escolher a minha morte no momento em que julgasse que a posição de Führer e Chanceler não mais pudesse ser sustentada. Morro feliz diante das imensuráveis façanhas de nossos soldados no front, de nossas mulheres em seus lares, das realizações de nossos camponeses e nossos operários, e da intervenção de nossa juventude, que usa meu nome, num fato único dentro da História.


Que eu lhes agradeça do mais fundo de meu coração é tão natural quanto meu desejo de que, por isso mesmo, não desistam da luta em nenhuma circunstância: não importa onde, continuem combatendo o inimigo da pátria, seria à profissão de fé de um grande qual Clausewitz. Do sacrifício de nossos soldados, e de minha união com eles até a morte, renascerá , de um ou de outro modo, na história alemã, a semente de um luminoso retorno do movimento nacional-socialista e, com isso, a realização da verdadeira comunidade dos povos.

Muitos dos mais valentes homens e mulheres decidiram vincular as suas à minha vida até os últimos momentos. Pedi-lhes e finalmente lhes ordenei que não o fizessem, mas que continuassem na luta com o povo. Aos líderes do
Exército, da Marinha e da Luftwaffe, peço que fortaleçam com todos os meios possíveis o espírito de resistência de nossos soldados num consenso nacional-socialista, especialmente tendo em mente que também eu, na qualidade de fundador e criador desse movimento, preferi a morte à renúncia covarde ou à capitulação.

Que possa fazer parte do sentimento de honra do oficial alemão - tal como já ocorre em nossa Marinha - a noção de que a entrega de um território ou de uma cidade é impossível, e sobretudo a de que os líderes têm de adinatar-se, como luminosos exemplos, no mais fiel cumprimento do dever até a morte.

1 comentários:

  • MARCIO ANTONIO MENDES disse...

    ACHO ATE COMPREENSIVEL QUE O POVO ALEMAO ABRACE UM SENTIMRNTO DE DE REVOLTA APOS A DESASTROSA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL,MAS UM ERRO NAO JUSTIFICA OUTRO,NAO FOSSE A VALOROSA INTERVENÇAO AMERICANA,AQUELES EUROPEUS IDIOTAS ESTARIAM SE PEGANDOATE A DECADA DE 1920!,NAO DA P/DIMINUIR A CULPA DE NENHUMA NAÇAO ENVOLVIDA NESTE CONFRONTO ÍNGLES ALEMAES TODOS COLONIALISTAS E RETROGRADOS,FOI INJUSTO O TRATAMENTO DADO ALEMANHA APOS O CONFLITO,TEMOS QUE ADMITIR,MAS NAO E JUSTO UM LOUCO FRUSTRADO ASSUMIR O COMANDO DE UMA NAÇAO E CULPAR UM POVO PROSPERO POREM INDEFESO E QUE NA OCASIAO ESTAVA ATE SEM UM PAIS PROPRIO PELA CULPA DAS MAZELAS DA ALEMANHA, A EUROPA NO COMEÇO DO SEC.20 JA ESTAVA ULTRAPASSADA, A AMERICA DESPONTAVA COMO GENUINA NAÇAO DEMOCRATICA, ENQUANTO O VELHO MUNDO SE APEGAVA A TRADIÇOES FUTEIS E ARCAICAS,E QUE BOM QUE O POVO JUDEU TENHA INFLUENCIA FORTE NOS EUA,TODO POVO DA TERRA E IMPORTANTE,EM CULTURA RAÇA E OPNIAO,MAS SO UM CONSEGUIU DESENVOLVER UM SISTEMA POLITICO QUE MAIS SE APROXIMASSE DA PERFEIÇAO,E ESTE POVO FOI OS ESTADOS UNIDOS, SEGUIDOS POR ISAREL, NAO NEGO GOSTARIA QUE A ALEMANHA TIVESSE DADO A STALIN E SUA GANGUE BOLCHEVIQUE O QUE ELES MERECIAM,MAS REPROVO E REPUDIO A ABERRAÇAO, O CRIME HEDIONDO PROMOVIDO PELA CORJA MAIS ASQUEROSA CONHECIDA PELA HUMANIDADE,CONHECIDA COMO TERCEIRO REICH,ATIRAR EM BEBEZINHOS INDEFESOS OU MANDALOS P/ CAMARA DE GAS NAO TORNA NENHUM POVO SUPERIOR A OUTRO.-MARCIO A. MENDES,AUTO DIDATA EM HISTORIA,PRODUTOR RURAL,PINTOR E JUDEU ANUSIM.