Aviões da Segunda Guerra: Junkers JU-87, o "Stuka"

8 de fev de 2012 5 comentários

DADOS TÉCNICOS:

  • Tipo: ................................... Bombardeiro de Mergulho
  • Motores:............................... Junkers Jumo 210 D
  • Velocidade Máxima:............ 480 km/h
  • Altitude Máxima:................. 8.000 m
  • Raio de serviço:
  • Armamentos:....................... Duas metralhadoras de 7,92 mm / Canhões Flak de 3,7cm
  • Carga de Bombas:................ Aproximadamente 1.000 kg
  • Comprimento:..................... 10,8 m
  • Envergadura:....................... 13,8 m
  • Peso total:............................ 3.324 kg



Utilizado não apenas pela Luftwaffe, a força aérea alemã, mas também pela Regia Aeronautica Italiana, o bombardeiro de mergulho que recebeu o apelido de Stuka desempenhou com excelência sua função de minar a coragem dos inimigos à primeira vista.
Foi o avião mais representativo da blitzkrieg e foi utilizado como bombardeiro de mergulho de grande precisão para atacar as posições avançadas do inimigo e instalações na retaguarda. Uma autêntica artilharia voadora.

Antes de ser utilizado na prática, foi "testado" durante a Guerra Civil Espanhola, evento que, a propósito, foi um verdadeiro galpão de operações para Hitler, que testou todas as armas que pôde nos civis que se opunham ao governo do general Francisco
Franco.

Conseguia carregar uma grande carga de bombas na sua envergadura (comprimento de uma asa a outra) de 10 m. Algumas versões do bombardeiro continham também as temidas "Trombetas de Jericó", sirenes que emitiam um som característico durante um mergulho e que semeavam o terror entre a população civil.

Os ataques deste bombardeiro eram realizados, de forma ideal, por grupos de cerca de 30 aviões, que sobrevoavam o objetivo em três grupos de 10. Durante a descida de aproximadamente 5.000 m, a bombara era lançada a uma altura de cerca de 600 metros; em seguida, o avião erguia-se em curva para cima, enquanto a tripulação suportava

uma força de até quatro vezes a da gravidade.

Entretanto, as primeiras óbvias limitações começaram a surgir nas primeiras missões de bombardeio à Inglaterra. Os grupos de Stukas eram extremamente vulneráveis aos novos radares da Royal Air Force, a RAF, e eram massacrados no ar. Na Rússia, durante a Operação Barbarossa, os motores simplesmente não ligavam (o me
smo aconteceu com os tanques Panzer).

Devido às cresecentes baixas no front, o Junkers Ju 87 foi sendo gradualmente substituído pelo Focke-Wulf Fw 190. Este último avião será o próximo de nossa série no blog.

Mais Fotografias:




5 comentários:

  • edwards alves disse...

    belo exemplar este avião da segunda guerra, este avião foi de grande ajuda na tomada da frança. boa matéria estou esperando as outras, e quero ganhar esse e-book.
    edwkaramba@hotmail.com

  • Pobrim disse...

    Acho muito interessante qualquer assunto relacionado á grande guerra, más sei muito pouco sobre os combates aéreos. Essa sua matéria ficou muito interessante e objetiva, parabéns...espero por outras!

  • Anônimo disse...

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